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quarta-feira, 2 de maio de 2012

GUIÃO DA OBRA de Pedro Seromenho - "Felismina Cartolina e João Papelão"



Hoje, o autor e ilustrador Pedro Seromenho,  veio à nossa escola para estar connosco, falar do seu trabalho e deixar-nos um desenho que foi fazendo à medida que conversava. Gostámos muito de o ouvir e da sua simplicidade. As suas obras são o máximo! É um bom contador de histórias, completamente diferente do que até agora conhecemos.
Deu autógrafos e fez um desenho em cada livro.
Muito obrigada pela sua atenção e carinho.

terça-feira, 1 de maio de 2012

RESUMO -"FELISMINA CARTOLINA E JOÃO PAPELÃO" - Pedro Seromenho

Há um tempo atrás, Felismina Cartolina e João Papelão viviam em aldeias separadas por um riacho muito, muito fininho. As duas famílias, os Cartoléquios e os Papeléquios, viviam em belos palácios mas, não gostavam nada uns dos outros.
O João Papelão, menino muito tímido e envergonhado, usava um saco enfiado na cabeça para que ninguém descobrisse esta sua maneira de ser.
Num belo dia de sol, Felismina foi brincar com um barquinho de papel para o riacho mas, o barquinho foi parar à outra margem. João, encantado, devolveu-lhe o barquinho e, Felismina deu um saltinho, e foi agradecer-lhe.
Cada um regressou ao seu palácio mas não conseguiam deixar de pensar um no outro.
João, depois de muito sentir o saltitar do seu coração, pensou que só poderia estar apaixonado! Foi pedir opinião aos seus amigos: o Quadrículas, o Linhas, o Convite, o Mapa e os irmãos Fotocópias.
João e Felismina descobriram que era mais mesmo paixão! E, nesse mesmo instante, João deixou de ser tímido e retirou o saco da cabeça. Brincaram muito tempo juntos, sempre escondidos, para que os seus pais soubessem do seu amor. Mas veio o dia, em que o ardina anunciou a toda a gente daqueles dois reinos, a paixão que unia aqueles dois.
Tudo se resolveu!
Cresceram, casaram e tiveram filhos, os Papeléquinhos.

FELISMINA CARTOLINA E JOÃO PAPELÃO - Pedro Seromenho - Continuação da história

Depois lá foi um envelope… A Felismina Cartolina fez um barco de papel ainda maior, colocou um envelope lá dentro e foi para casa.
Quando o João Papelão abriu o envelope estava escrito: “Se estás apaixonado por mim, vá lá, atravessa o rio que amanhã estou à tua espera. Basta assinares “Sim”!”
             E foi isso mesmo que assinou. Fez um avião de papel e colocou lá o envelope para a Felismina Cartolina. Lançou-o ao ar; como o vento mudou de direção ele voou até que entrou pela janela da Felismina Cartolina e caiu mesmo em cima da cama dela. Ela, mal o abriu, ficou encantada! De manhã, bem cedo, encontraram-se junto ao rio e Felismina disse-lhe:
- João Papelão estou apaixonada por ti!
O João Papelão, com muita vergonha, respondeu-lhe:
- Eu também; mais uma coisa, que achas disto, namoro?
- Sim! Mas com uma condição: fazer com que as nossas aldeias passem a ser amigas e felizes.
- Ok! Concordo contigo.
E foi assim! A Felismina perguntou ao pai se achava boa ideia as duas aldeias serem amigas para sempre a que o pai logo respondeu que sim.
João Papelão perguntou a mesma coisa ao seu pai, que respondeu o mesmo. As aldeias passaram a ser amigas, começaram a cumprimentar-se e a não se zangarem.
A Felismina Cartolina e o João Papelão decidiram construir uma casa – o papelão!
E assim viveram felizes para sempre…
   João Rafael Campos


No dia seguinte, quando Felismina Cartolina se encontrou novamente com João Papelão disse em voz baixa:
— Estou mesmo apaixonada!- exclamou ela corada mas muito feliz.
João Papelão teve a mesma reação e exclamou cheio de certezas e felicidade:
— Eu estou apaixonadíssimo por ti! Pensei em ti toda a noite. És tão doce!
Aproximaram-se e, João Papelão perguntou a Felismina Cartolina:
— Queres namorar comigo?
— Claro que sim …- respondeu baixando o olhar.
— Fico tão feliz, Felismina! O nosso amor irá unir as nossas aldeias, e assim viveremos todos felizes – disse João Papelão com um enorme sorriso.
A partir desse dia nunca mais se separaram e viveram felizes para sempre, no Papelão.
Mariana Isabel Amaral



Passados três dias voltaram a encontrar-se. 
Felismina Cartolina perguntou a João Papelão:
 — Gostas muito de mim?
João Papelão tirou o cartão que cobria a sua cabeça, perdeu a timidez, e respondeu cheio de coragem:
— Sim. Estou apaixonado.
— Felismina Cartolina ficou encantada.
Passado muito, muito tempo, tiveram um filho e arranjaram uma casa: o papelão.
Ivo Fernandes

O João Papelão enviou uma carta a Felismina Cartolina, para se encontrem junto ao riacho. Quando a Felismina Cartolina recebeu a carta ficou muito feliz e começou a contar os minutos para se encontrarem.
Quando se encontraram, Felismina Cartolina, cheia de coragem, afirmou:
- Gosto muito de ti, João Papelão.
- Eu, estou apaixonado e muito feliz! – respondeu  João Papelão todo entusiasmado.
Os dois ficaram muito corados, e deram um beijo muito apaixonado. O Rei Pardo, pai de João Papelão, estava a observá-los e disse de si para si:  
- Não vale a pena separá-los. Vê-se mesmo eles gostam muito um do outro. Talvez esteja mesmo na altura de acabar com estas zangas.
Decidiu juntar os habitantes das duas aldeias, para anunciar que João Papelão e Felismina Cartolina iam ser os próximos Reis. Foram morar para um Palácio de nome Papelão.
 E assim viveram uma bela história de amor em que o cartão e o papelão venceram tudo e todos.
Mariana Andrade



 Felismina e João descobriram que estavam apaixonados, decidiram falar, pois tinham um problema - serem de reinos inimigos.
   Combinaram encontrar-se ao pé do ribeirinho. Depois de uma tarde a conversar e de chegarem à conclusão que se amavam, decidiram cada um falar com seus pais.
 Que grande confusão! Mas depois de os pais perceberem que seus filhos se amavam, fizeram umas tréguas.
 Com a marcação e os preparativos do casamento os dois reinos uniram-se.
 Felismina e João pensaram muito onde iriam viver, até que decidiram então morar na fronteira dos dois reinos, a que puseram o nome de Cartoleto, combinação entre Cartoléquios e Papeleto.
    E assim se formou nova família, novo reino. E foram felizes para sempre.
      José Manuel